
Era uma piscina sem bolinhas de água e sabão, uma discoteca em meio salão. Meio, pois os dançarinos ocupavam o outro meio. Aqueles que só quem é do meio consegue interagir. Aquele funk soul sudo nacional afro descendente fazia contente aqueles do primeiro meio. Eles mergulhavam, se traziam à borda e ocupavam a primeira metade do salão, na piscina.
Uma festa de chegada, assim, no meio do nada, não há nada que esperar. Sempre foi um vai e vém de um monte de gente que não se esquece e a gente vai crente, de lembrar de todo mundo no dia seguinte.

"Ouié!"




